Dor lombar é um sintoma tão comum que costuma ser associada quase automaticamente a problemas na coluna. Mas quando a dor vem de forma súbita, muito intensa, e não melhora com repouso, pode ter outra origem: o cálculo renal, popularmente chamado de pedra no rim. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 1 em cada 10 brasileiros enfrenta esse problema, com maior frequência entre jovens adultos de 20 a 35 anos.
Diferenciar uma dor de coluna comum de uma cólica renal nem sempre é fácil sem avaliação médica, mas alguns sinais ajudam a levantar a suspeita.
Como é a dor da cólica renal
A cólica renal geralmente começa de forma súbita na região lombar ou no flanco (a lateral do abdômen, entre as costelas e o quadril), podendo irradiar para o abdômen, a virilha e, em homens, o testículo. É uma dor intensa, do tipo cólica, que costuma vir em ondas e não melhora com mudança de posição, ao contrário de muitas dores musculares ou de coluna. Pode vir acompanhada de náuseas, vômitos, sangue na urina, ardor ao urinar e vontade frequente de ir ao banheiro.
Por que a pedra causa tanta dor
Na maioria das vezes, pequenos cristais se formam no rim e são eliminados pela urina sem gerar sintoma nenhum. O problema aparece quando o cálculo fica maior e obstrui a passagem da urina pelo ureter (o canal que liga o rim à bexiga). Essa obstrução gera pressão e inflamação local, o que explica a intensidade da dor mesmo em pedras relativamente pequenas.
Quando a cirurgia é necessária
Nem todo cálculo renal precisa de cirurgia. Pedras pequenas, geralmente menores que 5 milímetros, costumam ser eliminadas espontaneamente com analgesia adequada e hidratação abundante. Quando o cálculo é maior ou está bloqueando o fluxo urinário, o urologista pode indicar procedimentos minimamente invasivos, como a cirurgia endourológica a laser, feita pelo canal urinário, sem cortes externos, para fragmentar a pedra em partículas menores que são eliminadas naturalmente.
O risco de recidiva é real
Um ponto pouco falado sobre o cálculo renal é a chance de repetição: metade das pessoas que já tiveram uma pedra no rim pode ter um novo episódio nos dez anos seguintes, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia. Por isso, após o primeiro episódio, a investigação das causas metabólicas (como o tipo de cristal formado) e o ajuste de hábitos, principalmente aumento na ingestão de água, são parte importante do cuidado, não apenas o tratamento da crise aguda.
Como é o atendimento na CEM em Campo Mourão
Na CEM, Centro de Especialidades Médicas, o diagnóstico e tratamento do cálculo renal são conduzidos pelo Dr. Eufanio Estefano Saqueti, médico urologista (CRM-PR 17.336 / RQE 12.584-12.585), especialista também em cirurgia robótica. O atendimento inclui exames de imagem para localizar o cálculo com precisão, controle da dor na fase aguda e investigação das causas para reduzir o risco de novos episódios. Saiba mais sobre o tratamento de cálculo renal oferecido na CEM.
Perguntas frequentes sobre cálculo renal
Toda dor lombar forte pode ser pedra no rim?
Não necessariamente, mas dor súbita e intensa que não melhora com repouso, especialmente acompanhada de outros sintomas urinários, deve ser avaliada para descartar ou confirmar cálculo renal.
Beber muita água evita a formação de novas pedras?
É a principal medida preventiva, segundo urologistas, mas o ideal é associar a hidratação a uma investigação do tipo de cristal formado, para orientações mais específicas sobre alimentação.
A cirurgia a laser deixa cicatriz?
Não. É um procedimento feito pelo canal urinário, sem nenhum corte externo, o que costuma resultar em recuperação mais rápida.
Quem já teve pedra no rim uma vez vai ter de novo?
Não é uma certeza, mas o risco existe: cerca de metade das pessoas tem um novo episódio em dez anos. O acompanhamento urológico ajuda a reduzir essa chance.
Pedra no rim pode não dar sintoma nenhum?
Sim. Muitos cálculos pequenos são eliminados pela urina sem gerar dor percebível, e só são descobertos em exames de imagem feitos por outro motivo.
Na dúvida, procure avaliação médica
Dor lombar intensa e súbita não deve ser resolvida apenas com analgésico por conta própria. A avaliação urológica identifica a causa real e evita que o quadro se agrave.
Agende sua consulta com o Dr. Eufanio Saqueti na CEM, Centro de Especialidades Médicas, em Campo Mourão. Fale pelo WhatsApp (44) 99158-7672.
